
2022 foi um ano de leituras intensas e de novas descobertas com autores dos quais eu ainda não tinha entrado em contato com nenhuma obra. Também foi um período de muitas reflexões e pesquisas que enriqueceram bastante meu conhecimento de mundo.
Inicialmente, tive longos três meses ao lado de "Guerra & Paz" no projeto "Tijolões" e no decorrer do ano, mais quinze títulos foram lidos. Cheguei a ler também "Macbeth" (Shakespeare) mas não quis inseri-lo nessa cota porque estou longe de terminar o volume com as quatro principais tragédias do bardo e irei lê-las em períodos intercalados com outros títulos no ano que vem.
Seria inevitável falar ainda que alterei minhas escolhas algumas vezes (acabo não resistindo e sempre troco algum livro de acordo com o interesse que tenho no momento). Cada experiência foi única e me sinto satisfeito por ter acompanhado tantas histórias formidáveis nessa jornada.
Como fiz no ano passado, citarei a lista com todos os títulos que fizeram parte da meta anual.
• Guerra & Paz (Liev Tolstói)
• Morte no Nilo (Agatha Christie)
• Cinco Minutos / A Viuvinha (José de Alencar)
• Outros Tempos, Outros Mundos (Robert Silverberg)
• A Linha de Sombra (Joseph Conrad)
• A Princesa de Clèves (Madame de La Fayette)
• Ensaio sobre a Cegueira (José Saramago)
• Auto da Compadecida (Ariano Suassuna)
• Pedro Páramo (Juan Rulfo)
• A Coleção Particular (Georges Perec)
• O Pai Goriot (Honoré Balzac)
• O elogio do ócio e outros ensaios (Robert Louis Stevenson)
• Meridiano de Sangue (Cormac McCarthy)
• Cinco Semanas num Balão (Júlio Verne)
• O Natal de Poirot (Agatha Christie)
• Memórias de um Sargento de Milícias (Manuel Antônio de Almeida)
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