Ao som de uma descontraída balada, ele dançava alegremente tendo apenas o seu gato de estimação como espectador. Lá fora a chuva se unia àquele momento ímpar de singularidade, onde nada mais parecia lhe preocupar. Os segundos se esvaíam como gotas de uma torneira semiaberta, transcorrendo lentamente numa sucessão de infindáveis caídas. Seu ser estava em paz. Ele havia se encontrado novamente.

