Algumas pessoas podem não gostar deles, mas não se pode negar a praticidade e economia que os livros de bolso oferecem. Ainda que nem sempre sua diagramação seja confortável, é certo que esse formato já quebrou (e ainda quebra) o galho de muitos leitores por aí.
Existem diversas edições pocket no mercado, mas irei citar em seguida aquelas que possuem mais abrangência na minha biblioteca por uma questão de gosto pessoal mesmo.
Zahar (Clássicos de bolso)
Essa série possui uma proposta mais voltada ao padrão de luxo, com capa dura e acabamento mais robusto. Um exemplar desses (dependendo às vezes do volume) custa um pouco mais que uma versão brochura comum.
L&PM pocket
A editora gaúcha é a que mais lançou livros nesse formato aqui no Brasil, totalizando mais de mil títulos publicados. A diversidade de seu catálogo é enorme e em termos de preço é o que mais sai em conta para o consumidor.
Companhia de Bolso (Cia das Letras)
O maior grupo editorial do país não poderia deixar de ter seus exemplares pocket também. Suas capas são simples e sem orelhas, mas com qualidade de papel superior. Geralmente, são obras já lançadas antes em tamanho normal e que só depois ganharam a versão de bolso.
Hedra
De todos, creio que os livros de bolso da Hedra sejam os menores em tamanho, no entanto, isso não afeta a qualidade de seus exemplares. Seu projeto gráfico é simples, mas arrojado e de muito bom gosto. Sua coleção abrange desde contos e novelas até poemas, ensaios e peças.
Martin Claret
A editora reformulou todo seu catálogo nos últimos anos, dando sempre prioridade às edições de bolso com preços bastante acessíveis e novas traduções. As capas de suas edições brochura possuem orelhas e há agora uma série pocket de luxo também para os leitores mais exigentes.

