28/12/2025

Publicado em 28.12.25 por

Leituras concluídas em 2025

2025 foi um ano bom, porém, creio não ter aproveitado tão bem o tempo como deveria. Trabalho, paternidade, projetos paralelos... Algumas áreas da minha vida passaram a exigir mais presença e cuidado, passando a ocupar um pouco mais de espaço. Ainda assim, a leitura permaneceu tendo seu lugar mesmo em meio a tantos afazeres do cotidiano

O número de livros lidos foi menor se comparado aos anos anteriores, o que não indica, pra mim, queda de qualidade na leitura, mas uma mudança de postura e ritmo. Ler menos não significou ler pior, mas ler de forma mais consciente, mais seletiva, quase como quem escolhe com cuidado as conversas que vale a pena ter.

No fim das contas, creio que esse tenha sido o maior aprendizado do ano: entender que nem todo crescimento é quantitativo. Alguns são discretos, quase invisíveis, mas profundamente transformadores. E, nesse sentido, mesmo com menos livros na estante dos “lidos”, esse ano deixou marcas que não se medem por números, mas por densidade e impacto. 

OBS: os livros dessa meta que ainda não foram resenhados entrarão nas primeiras postagens de 2026.

Para título de conferência, as obras que fizeram parte da meta anual 2025 seguem listadas abaixo:

• O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas)

• Um homem bom é difícil de encontrar e outras histórias (Flannery O'Connor)

 As Cidades Mortas (Clifford Simak)

• O Passa-Paredes (Marcel Aymé)

• Cais da Sagração (Josué Montello)

• O Vermelho e o Negro (Stendhal)

• A Estrada (Cormac McCarthy)

 Benito Cereno (Herman Melville)

 Os Quinhentos Milhões da Begun (Júlio Verne)

 Casa Velha (Machado de Assis)

 Janela indiscreta e outras histórias (Cornell Woolrich)

Tijolão escolhido para 2026: David Copperfield (Charles Dickens)